Diario de um michê


30/05/2005


DIAS DE IRA
Uma história verídica de assassinatos autorizados


Por: Mário Quilici

 

 

 

O livro do jornalista Roldão Arruda, lançado recentemente pela editora Globo, inicialmente, chama a atenção pelo tema: a impunidade dos assassinos de 13 homossexuais por volta de 1987, que foram atribuídas ao michê Fortunato Botton Neto, conhecido como o Maníaco do Trianon.De início, observa-se que a leitura é fácil e agradável e o que é importante, prende a atenção do leitor. Há esclarecimentos importantes no livro sobre a morte desses homossexuais, o modo de atuação dos michês e o descaso das autoridades policiais quando lidam com esse tipo de crimes.

O livro faz denúncias importantes como, por exemplo, o empenho da polícia que sempre está relacionado à importância do defunto. Uma das acusações mais sérias é a de que apenas três desses crimes seriam de autoria de Fortunato—e que os demais teriam sido praticados por outros michês.

Considerar o “modus operandi” como forma de determinar a autoria de um crime, seria um absurdo na medida em que o autor mostra que todos os michês atuam de forma semelhante. Dessa maneira, ficamos com a impressão de que 10 crimes estão sem esclarecimento. Mas, esse número é muito maior: existem centenas de homossexuais assassinados e sem reconhecimento dos autores. Esses outros dez crimes foram imputados à Fortunato Botton Neto por duas razões: na sua insanidade, diante da imprensa, ávida por sensacionalismo, ele, para fazer pose de “macho”, assume todos os crimes. Mas as contradições são grotescas e favorecem uma tese que ele deixa patente depois: não foi o responsável por tais crimes.

 

Escrito por Gustavo Reis às 08h16
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24/05/2005


Sexo pago, anônimo e casual

Eles são personagens do cenário urbano e fazem parte do imaginário popular. Tantas são as histórias e os mitos que envolvem os garotos de programa

22.01.04
Por Mauro Arcanjo

 

 

Meu interesse em entrevistar os profissionais do sexo é legítimo. Afinal, são personagens do cenário urbano, fazem parte do imaginário popular, tantas são as histórias e os mitos que os envolvem.

Pelo que li, é fácil encontrar “michês” dispostos a dar entrevista. Adoram aparecer, gostam de falar de suas peripécias sexuais, do quanto são bons de cama. Mas é preciso ter um depoimento real, um entrevistado local. As informações que colhi para o meu artigo são pautadas em entrevistados da capital paulista. Portanto, distantes, beirando a ficção. Se eles de fato são falantes, exibicionistas, que falem e se exibam para os repórteres do ParouTudo!

Os clientes, porém, têm atitude contrária. Não se gabam como os heterossexuais quando declaram abertamente dormir com prostitutas. Gays não gostam de admitir que pagam para ter prazer. Acreditam que é emitir um atestado de incapacidade de encontrar parceiros sexuais por eles mesmos. Que me perdoem o clichê, mas toda regra tem sua exceção. Se existem os gays que não se enquadram nos padrões de beleza vigentes, há, também, aqueles clientes cheios de vigor e muito, muito interessantes.

Pasmem, mas aquele cara que tem horror a ambientes GLS, cheio de convicções e argumentos para defender seu ponto de vista, às vezes faz uso de um companheiro de aluguel. E gosta. Praticamente um fetiche. Quanto mais envolto em mistério, secreto, melhor.

Outro personagem do cotidiano dos garotos de programa é o marido infiel, diga-se de passagem, um sujeito bem prático. Para ele, o interessante das puladas de cerca com michês está na rapidez da relação, no não-envolvimento. Alguns chegam a freqüentar saunas, mas reclamam da dificuldade com que as coisas se desenrolam. Daí a preferência em ir direto ao ponto. A rapidez, neste caso, ajuda a não criar suspeitas na esposa traída.
E quais os fatores levados em consideração pelo indivíduo que procura esse tipo de serviço? Manter a orientação sexual no anonimato e a facilidade de transar com um sujeito interessante. Tem também o medo de ser reconhecido. E quem não tem?

Mas não só de temerários é formado o rol de clientes dos garotos de programa. Como dito, pesa também o interesse em pagar para não se envolver emocionalmente. São os clientes que já tiveram relacionamentos homossexuais, mas que deixaram de acreditar nesse tipo de relação. Curiosamente, os mesmos que acabam se apaixonando pelo boy. Os que fogem dos compromissos. O perfil de quem confunde sexo casual e paixão é descrito como o de uma pessoa experiente que não busca sentimentos intensos. Todavia, termina por nutri-los.

Esquecer que um michê é um personagem e que ele tem consciência disso pode acarretar em uma frustração enorme. Às vezes o boy opta por levar a idéia da relação cliente-michê adiante. No entanto, de acordo com o relato de um deles, é natural que o mesmo finja para obter alguma vantagem.

Apaixonar-se por um garoto de programa pode até ser algo corriqueiro, o que não descarta um comportamento mais cuidadoso por parte do envolvido. É normal alimentar o receio de que sair com michês significa ser roubado ou, mesmo, assassinado. O medo da violência é que faz a maioria dos interessados nesse tipo de serviço procurar saunas e casas de massagem ao invés de contratar diretamente na rua.

Esse comportamento esconde preferências nada convencionais. A maior parte dos interessados em sair com garotos de programa faz exigências invariavelmente extravagantes. Só para citar, há os que pedem para cuspir em suas caras. Outros, mais ousados, preferem apanhar, ainda que saiam com hematomas, segundo o apontamento de um dos garotos entrevistados e cujo depoimento reproduzo aqui. “Os caras já chegam pedindo para apanhar. Tem cliente que sai do quarto todo roxo. Alguns gostam de levar soco, mas já peguei um que quis apanhar de chinelo.”

Um deles, que só atende em hotéis e motéis, revelou que um cliente pedia apenas para que ele se masturbasse e, respectivamente, gozasse nos objetos do quarto. Todos os entrevistados da capital paulista afirmam que isso é normal. Na primeira oportunidade de extravasar, o fazem.

Escrito por Pedro às 08h59
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Garotas e garotos de programa viram psicólogos

A figura das garotas e garotos de programa ocupam, há algum tempo, o imaginário das pessoas das grandes cidades. São, na maioria, jovens entre 18 e 30 anos que cobram, no mínimo, 70 reais por um encontro sexual. Isto não é nenhuma novidade. Mas que eles também atuam como psicólogos? Bem, isto já é uma outra história.

A garota de programa Sandra, de Recife, atende às chamadas pelo celular e tem um grupo de sete pessoas trabalhando para ela. São cinco garotas e dois rapazes. Ela revela que parte de seus clientes buscam apenas companhia. Não querem fazer sexo. “Acho que isso acontece porque estão precisando de alguém que lhes dê atenção”, arrisca. Na maioria desses casos, são homens de mais de 40 anos, casados e com boa situação financeira. A própria Sandra tem um cliente freqüente que a leva apenas para jantar e lhe conta todos os seus problemas. “Tenho que dar uma de psicóloga”, diz.

Cezar tem 27 anos e há três meses faz programas em Recife. Ele também revela que alguns de seus clientes querem apenas atenção. “As pessoas estão muitos solitárias e o mundo, muito agitado”, comenta. Ele tem um cliente que foge ao perfil das pessoas que procuram esse tipo de serviço. É um garoto de apenas 19 anos. Não obstante a idade, propícia às paqueras e conquistas, esse cliente se sente isolado e oprimido por sua família. Já procurou os serviços de Cezar cinco vezes e queria apenas ser ouvido. “Ele não tem amigos com os quais possa se abrir, por isso me procura”, conta Cezar.


Estas informações foram buscadas no site www.di.ufpe.br

Escrito por Pedro às 08h52
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18/05/2005


Fatores que induzem a opção

 

Existem três crises que normalizam as relações no mercado da prostituição masculina. São elas: Crise de Identidade, Crise Social e Crise Econômica.

 

A Crise de Identidade incorpora todo discurso da sexualidade, em que tenta estabelecer o gênero do michê. Heterossexual, bissexual, homossexual são termos que questionam a identidade dos garotos de programa. Por outro lado, não há questionamentos quanto à figura do usuário (cliente), que aparece como “espectador noturno” para solicitar a prestação de serviço do michê.

 

A Crise Social esta inserida no discurso sedimentar do ato sexual, comercializado como uma profissão. Há um preconceito maior por quem exerce a profissão de michê, do que por quem faz uso desses serviços. Esses valores são estabelecidos socialmente

 

A Crise Econômica está vinculada como justificativa para o exercício pleno desta profissão. O crescente número de desempregados cria, por outro lado, novas fontes informais de obter capital. Assim, o mercado da prostituição masculina não faz parte dessa realidade. Ou seja, existe a lei da oferta e da procura que circunscreve o mercado na ótica capitalista. Assim, cabe ao mercado de negocio empenhar-se na luta pela competitividade, nesse caso, a sexual.

Escrito por gaybriel às 09h14
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Lugares aonde são encontrados (pontos)

 

A primeira dificuldade que enfrenta um estudo sobre a prostituição viril passa, conforme Schérer e Hocquenghem (1977), pela clandestinidade em que tais relações consomem.

            Outra peculiaridade da atividade é sua concentração em certos pontos urbanos, havendo toda uma hierarquia de distribuição a ser respeitada. São como animais, demarcam seus territórios através da “hiperterritorialização”.

            Em Belo Horizonte nos shoppings Diamond e Cidade, a rotatividade diurna dos michês é grande, assim como a noturna que com seus roteiros, classe elite: começa na rua Espírito Santo entre Aymorés até a Rua Tupis; classe média baixa: começa na rua Rio de Janeiro (em frente ao shopping cidade), Goitacazes, Rua da Bahia até de novo na Aymorés. Onde o consumo, venda e adição de “dormonide”, tipo “boa noite Cinderela” que os Michês põem nas bebidas de seus clientes de preferência os mais ricos, os levam até suas casas e aí começa o risco; eles roubam seus clientes, abusam, ameaçam e vão embora, do contrário simplesmente matam e vão embora. Quando o “dormonide” não usado ao contrário, isto é: cliente versus michê.

            Existe por exemplo uma mansão na Lagoa da Pampulha onde são promovidas festas elegantes só para “homens”, sendo que depois de 1 hora da manhã surgem os rapazes. (o fornecedor dessas informações e atividades do Michê pede para não ser identificado )

            A prostituição masculina tem proliferado sob formas legais ou semilegais: casas de massagem, bordéis, saunas, serviços a domicílio, etc; substituindo a rua como local único de recrutamento.

Escrito por Pedro às 08h46
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17/05/2005


Cartaz do filmeTony Ward e BruceLaBruce

E o Michê Vestia Branco (Hustler White)

Do mesmo diretor de Tirando o Couro (Skin Flick), Bruce LaBruce,  E o Michê...  tem como co-diretor Rick Castro é uma comédia romântica, até certo ponto, sobre a prostituição no Santa Monica Boulevard, em Hollywood. Até certo ponto porque o filme é recheado com cenas de sexo, bondage e sadomasoquismo.

E o Michê vestia branco conta a história de Monti, um garoto de programa interpretado por Tony Ward, que se torna objeto de desejo de Jürgen Anger, um alemão estudioso  interpretado pelo próprio LaBruce, que vai aos Estados Unidos para estudar a prostituição masculina.

Entre encontros e desencontros, os dois vão evoluindo em um relacionamento que é puro romantismo e paixão para Jurgen e somente uma nova oportunidade de dinheiro extra para Monti, pelo menos no início. Os colegas de trabalho de Monti dão o tom de comédia à trama e protagonizam as cenas mais picantes.

E o Michê... foi produzido em 1995, sendo portanto, anterior à Tirando o Couro e é considerado um dos filmes de arte do diretor LaBruce, em contraposição a outros um pouco mais hardcore.

Tony Ward, que interpreta o michê, contracenou com Madonna no clip da música Justify My Love.

Duração: 80 min
Produção: Alemanha/Canadá

Escrito por gaybriel às 09h19
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A prostituição masculina tem se proliferado sob formas legais ou semilegais, em casas de massagem, bordéis, saunas, serviços a domicilio e etc. Substituindo a rua como único local de recrutamento. Contudo, a chamada “baixa prostituição”, que recorre à prática do trottoir, continua existindo. Cada um desses espaços, sendo eles fechados (saunas, etc), ou abertos (ruas, praças, bares, etc), irão exigir formas diferentes de aproximação. Tanto da parte do entrevistador, quanto dos interessados na transação.

 

No caso dos prostitutos de sauna, bordel, casa de massagem, o acesso é facilitado por se tratar de um local fixo de trabalho: basta dirigir-se ao local para ai achar os prostitutos. Essa facilidade choca-se com um obstáculo: o preço do ingresso ao local, ou o preço de acesso ao próprio prostituto.

 

PERLONGHER, Nestor O. O Negócio do Michê: prostituição viril em São Paulo; São Paulo: Brasiliense, 1987 

Escrito por gaybriel às 09h05
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De acordo com o texto: O negocio do michê de Perlonger, Nestor. Miches também podem ter relações com mulheres, seja por fins financeiros ou não. Na área da prostituição, a incidência feminina é praticamente insignificante!

O negocio do michê soma uma outra peculiaridade, a diferença de idade do prostituto e seu cliente, em geral a média de idade para o exercício da profissão oscila entre 15 e 25 anos, já os clientes costumam ter mais de 35 anos.

Escrito por THUSGA às 08h47
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Livro: As Aventuras de um Garoto de Programa

Autor: Phil Andros. -Escritas por um professor de literatura após uma vida de atividades variadas, até mesmo fazer tatuagens em marinheiros, estas histórias contam os encontros sexuais e amorosos de Phil, um homem inteligente e bonito que faz uso de sua sensualidade mediterrânea para ganhar a vida. -176 páginas. Formato 14 x 21 cm.

Escrito por Pedro às 08h27
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Garoto de Aluguel (Zé Ramalho)

Baby, dê-me seu dinheiro qu'eu quero viver

 

Dê-me seu relógio que qu'eu quero saber

 

Quanto tempo falta para lhe esquecer

 

Quanto vale um homem para amar você

 

Minha profissão é suja e vulgar

 

Quero um pagamento para me deitar

 

Junto com você estrangular meu riso

 

Dê-me seu amor que dele não preciso

 

Baby, nossa relação acaba-se assim

 

Como um caramelo que chegasse ao fim

 

Na boca vermelha de uma dama louca

 

Pague meu dinheiro e vista sua roupa

 

Deixe a porta aberta quando for saindo

 

Você vai choirando e eu fico sorrindo

 

Conte pras amigas que tudo foi mal

 

Nada me preocupa de um marginal

 

 

A comercialização de sexo, uma experiência vivida brevemente por Zé Ramalho no Rio de Janeiro em meados dos anos 70, quando batalhava para sobrevivedr à penúria, resultou nesta canção, que acabou surpreendendo-o ao ser adotada por muitos garotos de programa, devido ao fato de Zé Ramalho ter sido um michê ao chegar na cidade grande para iniciar sua carreira musical.

Escrito por Pedro às 08h16
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11/05/2005


Como michês entrevistados o revelam, gabar-se de heterossexualidade aumenta o credito perante os clientes, que, em grande parte, procuram rapazes que não sejam homossexuais. Afirma (Passolini, 1978) “ amam ou querem fazer amor com um heterossexual disposto a uma experiência homossexual, mas cuja heterossexualidade não seja em absoluto questionada. Ele deve ser “macho”(donde a falta hostilidade para com o heterossexual que aceita a relação sexual como simples experiência ou por interesse: com efeito, isso garante sua heterossexualidade)”.

Escrito por THUSGA às 09h33
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Keanu Reeves e River Phoenix vivem dois garotos de programa no filme de Gus Van Salt , Garotos de Programa (My Own Private Idaho, 1991). Um filme adaptado da peça Henry IV de Shakspeare, que mostra a vida de garotos envolvidos com drogas e prostituição. O filme fala da amizade entre dois rapazes que se prostituem: um é pobre e o faz para ganhar a vida, o outro, filho do prefeito da cidade, para se rebelar contra o pai corrupto. Juntos os dois põem os pés na estrada em busca de aventuras. Garotos de Programa, deu a Gus Van Sant o prêmio de melhor diretor no Festival Internacional de Toronto.

Escrito por Pedro às 09h00
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Michês

Existe o michê "bicha" e o michê "halterofilista", aonde o primeiro se protege e se vende usando roupas femininas, já o segundo utiliza de seus músculos, chegando até mesmo a abusar de sua anatomia para atrair clientes, há também o "michê gay", que é homossexual assumido mas se prostitui para homens mais velhos. Qualquer jovem pode exercer as funções de um michê, já que a maioria destes, consideram sua prática uma atividade provisória, e deixam isso claro para os seus parceiros homossexuais. Os michês podem utilizar este argumento, já que eles ao exercer esta função não deixam de lado suas caracteristicas gestuais e seus discursos.

Michês não necessariamente possuem relações só com homens, mas com mulheres também, seja por dinheiro ou não, até porque na área da prostituição de rua, o número de mulheres que busca este tipo de serviço é mínimo. Muitos dos michês fazem questão de dizer ser heterossexual, pois quem procura esses serviços prefere rapazes que não seja gays.

Escrito por Pedro às 08h34
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10/05/2005


O termo michê tem dois sentidos, pode significar o ato de se prostituir e também pode significar os cultores da prostituição, geralmente são jovens que se prostituem sem abdicar de sua masculinidade em sua apresentação perante o cliente. A origem do termo michê e bem obscura, de acordo com o Dictionnarie Historique dês Argots Français, de G. Esnalt, micchette (“seio”), miches (“nádegas”), michê (“doença venérea”),  michet (“o que paga o amor”).

Escrito por THUSGA às 10h59
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Busca na Web:

Sobre o blog

Este é um blog de alunos das disciplinas Novas Mídias e Antropologia Cultural do curso de Comunicação do Centro Universitário UNA, em BH/MG. Foi criado para apresentar um trabalho de campo sobre o tema Michês.

Paralela aos blogs, foi criada uma lista de discussão da sala para debater conceitos relativos a Antropologia.Este grupo é formado por Gustavo Reis, Gabriel Fernandes e Pedro Lobo

Para mais informações sobre o projeto, contate os professores Carlos d´Andréa ( carlosfbd@una.br- Novas Mídias) e Wânia Maria (wania.maria@superig.com.br - Antropologia Cultural).